segunda-feira, 9 de maio de 2011

"EIS AÍ TUA MÃE" (João 19,27)

Mês de maio é dedicado À nossa Mãe Maria, e certamente Deus se alegra, em ver que nós seus filhos, lembrar-mos daquela que o Espírito Santo de Deus fez esposa e mãe. 
Mas meditando nesta passagem do Evangelho segundo João, "EIS AÍ TUA MÃE" (João 19,27, pensamos que muitos ainda não acolhem a Mãe de Jesus, Mãe do próprio Deus, em seu coração, em sua casa, mas o que falta realmente? Acredito, aliás tenho plena convicção, é necessário abrir o coração e assim como Maria, se entregar ao plano maravilhoso de Deus para as nossas vidas. 
Imitar a Maria, é simplesmente imitar a Jesus. 
Lembro-me quando eu era mais jovem, adolecente, tinha em meu quarto dievrsos posteres de cantores, atores, galãs que na oportunidade faziam sucesso, lembro também que havia muita moda,tipos de saia, camisas, sapatos, meias coloridas, música da moda, todos imitavm o mesmo passo que o cantor fazia, e como isso era comum, não trazia nenhum tipo de afronta. 
Mas porque se envergonhar da "MODA" que Deus nos oferece..."SEDE SANTOS, COMO EU O SENHOR SOU SANTO" . Foi extamente isso que Maria fez, aderiu a "MODA" de Deus, começou a viver como Ele queria, falava, ouvia, experimentava, saboreava Deus em sua vida. Mas certamente isso não foi fácil, porque quando você faz uma opção por ser de Deus POR INTEIRO, as dificuldades vêm como toda força, e desta forma que aconteceu com Maria, ela não teve medo..."EIS AQUI A SERVA DO SENHOR, FAÇA-SE EM MIM SEGUNDO A TUA PALAVRA" (Lc. 1,38) 









Fico a pensar nos grandes servos que Deus teve durante a  história da salvação, profetas, homens que entregaram sua vida a serviço do nosso Deus, mas quando houve o chamado na vida deles, no primeiro momento eles tiveram medo, vacilaram em sua fé,isso definitivamente não aconteceu com a mãe de Jesus, apesar de ser mulher, de não saber o que Deus queria realizar naquele momento...ela acreditou e se entregou. Por isso meu irmão, você é convidado a render louvores a Deus, por ter nos dado um mãe assim tão generosoa e amorosa, por ter se laçado no plano de Deus e ter cooperado com o plano de salvação que Deus tinha para o seu povo.
Paz de Jesus...
E o amor de Maria em seu coração...
Abraço fraterno,




Dina
"A veneração de Maria está inscrita no mais profundo do coração humano.” 
(Martinho Lutero, Sermão em 1º de setembro de 1522.)

domingo, 8 de maio de 2011

" Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes." (Mateus 25, 40)

Irmãos, paz e perseverança!!

Nos dias 02 e 16 de abril a Com. Filhos de Israel, esteve visitando os irmãos do Abrigo Baldoíno, um lugar onde pessoas idosas e outras em tratamento de câncer passam a conviver e serem cuidadas. Lá encontramos uma disposição em louvar e agradecer a Deus pelo dom da vida, fomos para levar algo para eles, mas acabamos recebendo muito carinho e  muito amor. 
Essa palavra de Mateus é muito propícia..."Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes." (Mt 25,40), sem dúvida podemos atender concretamente o chamado que Jesus nos faz todos os dias, "AMAI-VOS UNS AOS OUTROS", ao vivenciar um pouco da realidade desses irmãos, foi possível também experimentar o sofrimento do próprio Cristo que por vezes é descuidado e desprezado.
Queremos consolar o coração do nosso Deus através do que fizermos ao nosso mais próximo, mas acabamos por nos consolar, porque no momento que nos desprendemos de nós mesmos e vamos ao encontro do outro, acabamos por partilhar o seu cansaço, seus medos, isso tudo se mistura aos nossos também. 
Sinto-me como se estivéssemos sendo levados a algo que Jesus prepara para nós, não sei bem ao certo ainda o quê? Mas Ele quer nos falar, Jesus nos chama, clama por nós,  para que não esqueçamos de que Ele está presente em cada irmão.
A vida é assim, nascemos, somos cuidados, crescemos, conquistamos nossa independência,  progredimos profissionalmente, adquirimos bens, conquistamos nosso espaço e até pessoas, mas chega um momento em que a enfermidade nos atinge ou até mesmo o abandono, somente temos uma unica certeza,  "Ele tem cuidado de Vós". (I Pedro 5:7), Jesus cuida de mim, de você, meu irmão e não há força alguma que possa nos separar deste amor. 
Por isso Jesus está te chamando, me chamando, SAI DO SEU COMODISMO, sai de si mesmo e se lance no amor de Deus que é generoso e não se esquece de nenhum de seus filho.
Busque um irmão que precise de sua ajuda, seja um servo, assim como nossa Mãe Maria, assim como nosso Bom Jesus é, certamente você se sentirá muito melhor, e perceberá assim  como nós somos testemunhas, que não há nenhum mal que nos possa vencer. 
A manifestação do amor de Deus se dá quando servimos. 
Vocé é chamado, eu sou chamada, nós somos chamados a servir...!!




















"Prova de amor maior não há... que doar a vida pelo irmão!!"

DOE-SE!!!


Abraço fraterno,


Dina


sexta-feira, 6 de maio de 2011

SER MÃE

Esta chegando o dia das mães, e nós da Com. Filhos de Irsael não poderiamos deixar de prestar a nossa homenagem a todas as mães, espalhadas por todo o mundo. Das mais novas, às mais idosas, todas elas receberam de Deus um papel magnífico na criação, ser colaboradora da obra prima de Deus, a vida.  
A missão de mãe é feita de grandes e pequenas coisas. Desde de cuidar do bebê ainda pequeno na barriga, com a alimentação, com o repouso, com o cuidado, quando eles nascem em alimentá-los no momento certo, em propror um descanso tranquilo, um aconchego, e quando chega a idade dos filhos irem para escola em acordá-los, insistir na hora das atividades, disciplinar em ensinar o que é certo e o que é errado, tenho certeza que tudo isso nos faz  reviver várias memórias que temos no nosso incosciente. E passe o tempo que passar, mas essas lembraças estarão eternizadas em nossa memória mas acima de tudo em nosso coração. 
 Dia das mães é TODO DIA!!
Mas no próximo domingo, não esqueça de dizer para sua mãe:“mãe eu te amo”. Também é de agradecer a mãe pelo carinho. Se você por algum motivo está brigado com sua mãe, ligue para ela e peça perdão, certamente isso alegrará o seu coração e o de sua mãe e muito mais alegrará o coração de Deus.
Que Deus abençõe todas as mães...!

Oremos:

Jesus meu amado e querido, assim como horaste sua mãe se preocupando com ela e zelando por ela até no momento de sua morte, nos ensine a amar nossas mães assim como Tu amas-te Maria, com amor e zelo. Mas queremos Senhor entregar em suas mãos todas as mães doente, abandonadas por seus filhos, que o seu poder de filho possa as alcançar com seu amor e misericórdia. Jesus fonte de misericórdia para nós, eu confio em vós!!!

Abraço fraterno, 

Dina

quinta-feira, 5 de maio de 2011

CASAMENTO, UM SACRAMENTO E PRESENÇA DE DEUS PARA O HOMEM E A MULHER

 Sendo o mês de maio dedicado as noivas, e voltado para o romantismo, não poreríamos esquecer deste Sacramento, o Matrimônio. 
Mas vamos começar aprendendo o que é SACRAMENTO... significa Sinal sagrado, para tanto o sagamento é um sinal de Deus entre o homem e a mulher. 
Certamente você tem acompanhado diversas versões sobre a união entre das pessoas, até mesmo ter ouvido dizer sobre a união de duas pessoas do mesmo sexo, o  que nós devemos nos apegar é aos ensinamento de Deus sobre o casamento, se formos obedientes a isso certamente seremos felizes.
Deus nos criou para a felicidade e o casamento é o manifesto de Deus na vida do homem e da mulher que esperaram e  seguiram os mandamento do nosso Deus. 
O desejo de Deus para o homem é que viva intensamente o amor. 
Para se chegar ao matrimônio é necessário passar por um longo caminho a ser percorrido, o namoro, noivado e enfim o casamento.
Iramar e Dina (Membros da CAFI)
Nossos relacionamentos exigem de nós tempo, dedicação, perdão e transparência. Com isso, vamos nos formando, e construindo também quem está ao nosso lado. 
Para nós que vivemos uma vida consagrada o testemunho é muito importante. No casamento podemos viver muitos momentos, bons, ruins, de sofrimento, de alegrias, mas o que devemos ter em nosso coração é o chamado que Deus nos fez, de sermos colaboradores do seu plano de amor para nós.  
Encontramos aquela pessoa que chama nossa atenção mais que todas as outras juntas. Então, iniciamos um longo caminho: o de conhecer o outro, seus sentimentos, seu caráter, seus planos, sua família, sua história. Esse é o primeiro passo para assumir um compromisso.
Alex e Jovana (Membros da CAFI)
Dar-se também a conhecer é fundamental. Não ter medo de expor as fraquezas, as misérias e mostrar quem realmente somos. Não adianta mesmo esconder, pois o tempo traz tudo à tona. 
Quando um homem e uma mulher se unem diante de Deus para formarem uma família, esse relacionamento se transforma num instrumento de cura um para o outro.
No matrimônio, o diálogo entre os cônjuges é a fonte para que o amor se alimente, cresça e frutifique em obras na própria vida do casal e também frutos de transformação da sociedade. A base do diálogo é e será sempre a verdade, mas a forma de se dizer a verdade precisa ser a caridade, com respeito à outra pessoa. Vemos muitos casais em crises conjugais por causa da falta de diálogo, por não expressarem livremente a sua opinião, causando sempre a depressão no outro, que se sente sufocado por viver a partir da verdade do cônjuge, sem poder se dizer. Eu diria até sem ser valorizado como pessoa. Por isso, o diálogo é fundamental no matrimônio.
Wendel e Ionara (Membros da CAFI)
 A família começa no matrimônio; por isso a Igreja exige do casal de noivos – no altar – um juramento de fidelidade até a morte, sem a qual a família não tem sustentação. A infidelidade conjugal é a grande praga de nossos dias que vai corroendo os lares. São Paulo já falava claro sobre isso para ambos há dois mil anos.
Anderson e Mariza (Membros da CAFI)
"Considerando o perigo da incontinência, cada um tenha sua mulher, e cada mulher tenha seu marido.  O marido cumpra o seu dever para com a sua esposa e da mesma forma também a esposa o cumpra para com o marido. A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence ao seu marido. E da mesma forma o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa. Não vos recuseis um ao outro, a não ser de comum acordo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e depois retornai novamente um para o outro, para que não vos tente Satanás por vossa incontinência" (I Cor 7,2-5).  
Maurício e Alline (Membros da CAFI)
Quero dizer que casamento é vocação, dedicação mútua, é um ato de amor e tudo aquilo que a palavra "amor" engloba. Portanto, perceba se você que deseja se casar está aberto a todas as faces que o casamento requer de uma pessoa. Assim como uma vocação profissional, a vocação pelo estado de vida, seja ele o matrimônio, o celibato, a vida religiosa em suas várias dimensões, deve ser pautada nos valores que aquele modelo de vida possui e não apenas nos ideais ou sonhos que eu plantei em minha forma de ver o mundo. A partir da realidade com o cenário das aspirações pessoais de cada um é possível aproximar-se de uma forma mais realista do rumo que desejo para minha vida. 
Peçamos a Deus que ele nos sustente, a nossa família e a nossa vocação.

Paz e perseverança... sempre!! Um forte abraço fraterno, de sua irmã em Jesus...

Dina

quarta-feira, 4 de maio de 2011

CRIANÇAS ABANDONADAS NO BRASIL, OS FILHOS DE NINGUÉM!

No Brasil existem milhares de crianças que vivem em instituições e recém-nascidos são abandonados em lugares públicos. Como um país pode suportar isso? Já foram criadas diversas lei e meio que aseguram o direito de toda a criança, o Brasil é considerado um país pioneiro neste sentido, tendo criando o Estatuto da Criança e do Adolecente (ECA), isso apartir de 13 de julho de 1990, passados quase 21 anos, ainda existe uma longa estrada, repleta de muitos obstáculos, para que a justiça ultrapasse o papel e chegue à vida real. No Brasil, permite-se a negligência e o abandono de crianças. Por quê “a criança”, tão amada e festejada em versos e prosa ainda é relegada ao segundo plano?
De um lado, existem milhares de crianças vivendo em instituições, sem ter noção do que é uma “mãe” ou um “pai” e, do outro, existem centenas de pessoas desejando adotar uma criança. Por quê esses dois contingentes não se encontram? Por quê os estrangeiros acabam adotando crianças mais velhas, ou de cor ou com necessidades especiais? 





Fonte: http://www.jornalagaxeta.com.br/materias.php?opt=&mat=465

A realidade de adoção no Brasil
Hoje, no Brasil, estão disponíveis para adoção 4.427 crianças, e quase 27 mil casais dispostos a adotar. A pergunta é: por que essa conta não fecha se existem, pelo menos, seis vezes mais candidatos do que crianças para adoção? A explicação é triste, já que a maioria delas, cerca de 90%, tem mais do que cinco anos e não são brancas. E a preferência brasileira de adoção é por crianças com até três anos, do sexo feminino e da cor branca, sendo que boa parte dos candidatos não aceita irmãos.
Entenda os números: 4.427 crianças estão disponíveis para adoção. Dessas crianças, 76% possuem irmãos e 1/3 delas são brancas. O número de pessoas a procura de filhos: 26.694. Desses milhares de casais à espera de um filho adotivo, 84% só querem adotar uma criança, 37% só aceitam crianças brancas, 82% não aceitam irmãos, e 78% só aceitam crianças de até três anos de idade.

25 de Maio DIA NACIONAL DA ADOÇÃO 
A adoção é uma experiência humana que demanda de todos os envolvidos, em suas múltiplas expressões, uma abertura permanente para o debate, para o estudo, para a troca de idéias e de experiências.
Os mitos precisam ser enfrentados e as verdades melhor compreendidas pelo conjunto da sociedade. Entendida como um direito da criança que perdeu a proteção de seus pais biológicos de ter uma família, a adoção é um processo que necessita de aperfeiçoamento contínuo em todas as suas etapas.
Necessita, também, de uma rede de apoio permanente, a fim de que pais e filhos adotivos não se sintam sozinhos na sua experiência particular de família constituída pelos laços do afeto e não pelos laços de sangue.
O principal entrave para solucionar o problema da adoção no Brasil não está exclusivamente na demora do poder Judiciário.
A maioria das pessoas cadastradas deseja uma criança sem ter problemas de saúde, da cor branca, do sexo feminino e recém nascida.
A Justiça encontra dificuldade para encaixar os casos com idades acima de oito anos, do sexo masculino, morenas, mulatas ou negras, pertencente a grupo de até quatro irmãos.
Sem dúvida, a adoção de uma criança maior reserva desafios ousados e um leque de possibilidades de satisfação, desde que a família possa ter a retaguarda pedagógica na troca de experiências dentro da participação em Grupos de Apoio à Adoção.
É importante lembrar que "A adoção não é a última maneira de se ter um filho, mas sim, outra forma de ser pai, de ser mãe".


Fonte:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/maio/dia-nacional-da-adocao.php

COMO ADOTAR - Passo  a passo
Cerca de 8 mil crianças e adolescentes estão aptas à adoção, segundo pesquisa do Ipea. Cadastro nacional reunirá dados com perfis de crianças e possíveis pais adotivos.
Documentos, entrevistas e avaliação psicológica fazem parte do passo a passo para quem pretende adotar uma criança ou adolescente no país. Segundo relatório do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), 80 mil crianças e adolescentes vivem em abrigos no Brasil e cerca de 8 mil (10%) delas estão aptas para adoção.
Na terça-feira (29/04/2008), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), o que promete agilizar os processos.
O sistema será implantado nas varas da Infância e da Juventude até o mês de julho e todos os dados estarão inseridos no sistema em seis meses. A vara da infância é o primeiro local que os interessados em adoção devem procurar para iniciar o processo.
Quando estiver implantado, o CNA fornecerá informações sobre o número de crianças e adolescentes sob a tutela do estado, quantidade e localização de casais habilitados a adotar em todas as regiões, perfis completos e dados sobre os abrigos.
Segundo o CNJ, o procedimento para quem pretende adotar uma criança continuará o mesmo, mas os juízes terão acesso ao cadastro nacional para facilitar que casais encontrem crianças com seu perfil.
  • Quem pode adotar
    Adultos com mais de 21 anos, independentemente do estado civil, pode ser solteiro, casado, divorciado, ou viver em concubinato. Na hipótese de ser casado ou viver em uma relação de concubinato, a adoção deve ser solicitada por ambos, que participarão juntos de todas as etapas do processo adotivo. Será feita avaliação de estabilidade da união.

    Qualquer pessoa que seja pelo menos 16 anos mais velha que a criança a quem pretende adotar. A Justiça não prevê adoção por homossexuais. Neste caso, a autorização fica a critério do juiz responsável pelo processo.
  • Quem não pode adotar
    Menores de 18 anos. Os avós ou irmãos da criança pretendida. Nesse caso, cabe um pedido de guarda ou tutela, que deverá ser ajuizado na Vara de Família da cidade onde residem. O tutor não pode adotar tutelado.
  • Quem pode ser adotado
    Crianças e adolescentes com até 18 anos a partir da data do pedido de adoção, órfãos de pais falecidos ou desconhecidos. Crianças e adolescentes cujos pais tenham perdido o pátrio poder ou concordarem com a adoção de seu filho.

    Maiores de 18 anos também podem ser adotados. De acordo com o novo Código Civil, a adoção depende de sentença de juiz.


    Crianças e adolescentes com 16 anos a menos que o adotante.


    Só podem ser colocados para adoção as crianças e adolescentes que já tiveram todos os recursos esgotados no sentido de mantê-los no convívio com a família de origem.
  • Documentação necessária
    RG e comprovante de residência;
    Cópia autenticada da certidão de casamento ou nascimento;
    Carteira de Identidade e CPF dos requerentes;
    Cópia do comprovante de renda mensal;
    Atestado de sanidade física e mental;
    Atestado de idoneidade moral assinado por duas testemunhas, com firma reconhecida;
    Atestado de antecedentes criminais.
  • O caminho da adoção
    Segundo Benedito Rodrigues dos Santos, secretário-executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), o processo de adoção não é padronizado no país. "No primeiro momento, os interessados procuram a Vara da Infância e da Juventude mais perto de casa. Em seguida, eles passam por uma entrevista. O terceiro passo é a apresentação dos documentos necessários."

    Santos disse ainda que depois de analisada a documentação, os interessados passam por uma nova entrevista. "Desta vez, um assistente social vai até a casa do adotante para conhecer melhor a rotina dele. Depois disso, é iniciado o processo de escolha da criança. Feito isso, se for o caso, é dada a guarda temporária da criança para o adotante. Esse é o período de experiência e de avaliação."


    De acordo com o secretário-executivo do Conanda, se o adotante for aprovado, é 'iniciado' o processo na Justiça. "É quando o procedimento começa efetivamente. Tudo se encerra com a sentença do juiz aprovando ou não a adoção", disse Santos.
Fonte:  http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL449796-5598,00.html e http://www.adocaobrasil.com.br/p/qual-e-o-passo-passo-para-adotar-uma.html



terça-feira, 3 de maio de 2011

IRMÃ DULCE, O ANJO BOM DA BAHIA!!!

Caros irmãos e irmãs, em Cristo Jesus!!
A Paz de Jesus e o amor de Maria, sempre!!
Este mês de maio a nossa Igreja está repleta de lindas flores ofertadas a Deus, além de ser o mês dedicado a nossa Mãe Maria, no último dia 1.º houve a beatificação do Nosso Amado Papa João Paulo II, o qual foi dito ser um santo homem em nosso meio, a comemoração em sua memória escolhido pela Igreja foi todo dia 22/10, mas ainda receberemos um lindo presente a alegria que viveremos com a Igreja no Brasil neste mês: a beatificação da Irmã Dulce.
Mas vamos conhecer um pouco de Irmã Dulce que tanto fez pelo povo de Deus, aqui na Bahia. Seu nome de batismo é Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, nascida em 26 de maio de 1914, filha do cirurgião dentista Augusto Lopes e de Dulce Maria de Souza. Ainda muito jovem já sentia em seu coração o sofrimento do próprio Cristo nos irmãos sofridos no abandono por isso aos treze anos, a pequena Maria Rita havia transformado a casa da família em centro de atendimento de pessoas carentes e, assim, nasceu sua vocação.
 
Mulher de frágil aparência, mas forte de coração. Na sua vida cristã buscou sempre as obras sociais, atestando que sua santidade de vida nunca ficou alienada da realidade que a cercava e que a caridade foi o meio concreto encontrado por ela para manifestar seu amor a Jesus nos irmãos mais pobres e necessitados.

 Irmã Dulce, é conhecida por ser  o “Anjo bom da Bahia”, não porque viram nela asas ou poderes mágicos, mas porque buscava transformar as mais duras realidades de pobreza e sofrimento dos irmãos que a cercavam em lugares concretos de evangelização e caridade. A exemplo dela, somos convocados a uma vida de serviço ao próximo, na promoção de uma evangelização compromissada com a salvação das almas. Não somos chamados a um assistencialismo social, mas à caridade evangélica capaz de transformar a sociedade e salvar muitas almas. Você não pode ficar de braços cruzados, o Brasil e o mundo continuam precisando de mais cristãos capazes de revelar a todos o Evangelho de Cristo por meio de suas vidas.
Em abril de 2009, foi considerada venerável pela sua vida. É lindo acompanhar a caminhada que a Igreja faz nesses casos. O próximo passo será a concessão do título de beata ou bem-aventurada, que é o reconhecimento de uma vida cristã em grau heroico. Com a concessão, o Papa passa a permitir, pela irmã Dulce, uma devoção pública, com a inclusão de seu nome no calendário das festas litúrgicas da Igreja Católica. A festa em devoção ao beato acontece geralmente no aniversário da sua morte, ocasião considerada o nascimento para a vida eterna. No próximo dia 22 será realizada a sua beatificação, que a exemplo de Irmã Dulce, busquemos a presença de Jesus no irmão que sofre.
Irmã Dulce, rogai por nós!!
 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

COMO VENCER A VIOLÊNCIA?

A Igreja ensina as razões profundas da violência; acima de tudo está num coração sem Deus, sem amor ao irmão, que não é visto como “imagem e semelhança de Deus”. E quando Deus é retirado de cena, o homem ocupa o lugar d’Ele e a dignidade humana já não é mais respeitada. O “não” dito a Deus acaba se transformando em um “não” dito ao homem, por isso vemos hoje a pior de todas as violências, o aborto e a eutanásia, o sacrifício da vida humana; além dos assaltos, sequestros, roubos, corrupções de toda ordem, pedofilia, estupros, incestos, violência nos lares contra as crianças, etc.
Não basta encher as nossas ruas de policiais armados e bem equipados para acabar com a violência – embora isso seja necessário para lhe dar combate imediato –, é preciso mais. É preciso a “educação para a paz”. Essa educação exige que se ensine às crianças e aos jovens, nos lares e nas escolas, a dignidade de todo e qualquer ser humano. A moral cristã tem como base essa dignidade. Tudo aquilo que a Igreja condena como imoral é porque fere a dignidade da pessoa. A base da violência está na falta da vivência moral e na relativização do que seja o bem; o mal tem gerado muitas formas de violência.
Um fator de importância máxima na questão da violência é a família, pois ela é a “escola de todas as virtudes”, e é nela que a criança deve aprender com os pais e os irmãos a respeitar e a ser respeitada. Mas como vai a família? Infelizmente mal; a imoralidade tem destruído a família e seus valores cristãos. Muitas estão destruídas e muitos filhos sem a presença imprescindível dos pais para educá-las. Milhares de adolescentes e jovens ficam grávidas sem ao menos terem um lar para receber seus filhos. Como disse o saudoso Papa João Paulo II, no Brasil há milhares de crianças “órfãs de pais vivos”. Que futuro terão essas crianças? Muitas delas acabarão na rua e no mundo do crime e da violência. Sabemos que quase a totalidade dos nossos presos são jovens.
E por que tantos jovens acabam no mundo do crime? Porque lhes faltam um pai e uma mãe que lhes ensinem o caminho da honradez, da virtude, da escola e do trabalho. O trabalho é a sentinela da virtude.
Hoje quase não faltam escolas para as crianças, nem mesmo catequese nas paróquias, mas faltam os pais que as conduzam à escola e à igreja. Portanto, sem a reestruturação da família, segundo o coração de Deus, na qual não existam o divórcio, a traição, o incesto, as brigas, o vício, o estupro, a pedofilia, etc., não se poderá acabar com a violência na sociedade.
Sem Jesus, sem o Evangelho, sem a vivência moral ensinada pela Igreja de Cristo, não haverá paz verdadeira e duradoura. Sem isso será inócuo lutar pela paz. Diz o salmista que “se não é Deus quem guarda a cidade, em vão vigiam os seus sentinelas” (Sl 126, 1).

Professor Felipe Aquino